Com o afrouxamento do isolamento social escolas de vários países testam medidas de prevenção

Considerado o epicentro do novo coronavírus na América Latina, no Brasil as aulas seguem suspensas. Porém, protocolos de retomada já estão sendo adotados e, em breve, nossas crianças e jovens estarão de volta às escolas e universidades. Em outros países nos quais os alunos estão voltando gradativamente à rotina escolar, muitas lições estão sendo apreendidas.

Desinfecção nas escolas

Medidas extras de limpeza estão sendo adotadas antes dos alunos chegarem e durante a permanência deles em sala de aula. Em Portugal, foram distribuídos 17 mil litros de desinfetantes, além de equipamentos de proteção e higiene. Na França, o Ministério da Educação divulgou até uma lista com os produtos certos a serem utilizados na higienização. A limpeza do chão está sendo realizada diariamente e maçanetas, sanitários e interruptores, diversas vezes ao dia, além disso, as orientações são para manter as janelas abertas antes das aulas, durante o intervalo e depois da partida dos alunos. Já na China foram instaladas tendas de desinfecção, que são utilizadas na entrada da escola.

Controle de temperatura

O controle por temperatura, para detectar se o aluno está com febre tem ocorrido na Coreia do Sul e na China. Em Pequim, uma pulseira inteligente faz o monitoramento em tempo real. Se a temperatura do estudante passa de 37º C, um alerta é enviado aos professores, que são orientados a alertar as autoridades.

Uso de máscara e higienização das mãos

O critério para uso de máscaras varia de acordo com o país. Em Israel, por exemplo, as crianças da 4º série em diante são obrigadas a usar a proteção. Na França, crianças menores estão dispensadas, mas a escola deve ter máscaras à disposição, caso algum aluno apresente sintomas e estejam aguardando para serem retirados. Na Dinamarca não existe obrigatoriedade do uso das máscaras em público, mas torneiras foram instaladas fora dos edifícios para incentivar as crianças a lavarem as mãos quando chegam na escola. Em Portugal é obrigatória a lavagem das mãos ao entrar e sair da escola e na Coreia do Sul, os estudantes receberam material desinfetante para higienizar as mãos.

Grupos menores e horários diferentes

Países como Finlândia e Dinamarca adotaram a medida de dividir os estudantes em grupos menores para evitar contatos próximos entre eles. Em Seul, na Coreia do Sul, jardins de infância e escolas do ensino básico, só podem receber um a cada três alunos da turma, enquanto os demais seguem com ensino a distância. Em Portugal, grupos estão sendo organizados por horários diferentes de aula e intervalos para reduzir os contatos. Períodos de entrada, saída e intervalos diferentes para os alunos também foram adotados na Finlândia e Israel.  Na Dinamarca, além dos horários variados, novos portões estão sendo utilizados para que a entrada e saída dos grupos não coincidam. Os pais também são orientados a se despedir dos filhos fora da escola e devem pedir permissão, caso necessitem entrar no estabelecimento.

Distanciamento e grupo de risco

No momento, o distanciamento é o mais recomendado e as salas de aulas foram reorganizadas para isso. Na França e Dinamarca a distância adequada é de pelo menos um metro entre as mesas, sendo que na Dinamarca os professores devem estar há dois metros de distância do aluno. Em Israel a distância entre todos é de dois metros, além disso, professores com mais de 65 anos, considerados como grupo de risco não retomaram as atividades.  Na Coreia do Sul foram instaladas paredes acrílicas para proteção de gotículas de fala e na China, na província de Shanxi, uma ideia criativa mantém os alunos afastados por meio de asas de papelão que todos vestem em sala de aula.

Tecnologia como chave para o futuro

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